quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Schumacher e Nelsinho são os astros do principal evento de kart dos EUA

Michael Schumacher, Nelsinho Piquet e Sebastien Buemi irão participar do mais importante evento do kart americano, que será disputado entre os dias 18 e 22 de novembro. De acordo com informações do site especializado Allkart, eles participarão da categoria Super Pro, a principal do evento, da 13ª edição do Super Kart USA (Skusa).

Schumi, Nelsinho e Buemi correrão com karts "shifters", que contam com marchas. Os modelos normais contam apenas com acelerador e freio, sem trocas de velocidade durante as corridas. Além deles, alguns brasileiros estarão presentes, como Danilo Dirani, na Super Pro; Dennis Dirani, na S3 (com motores Honda de moto) e Felipe Fraga (TaG Master).

Schumacher, aliás, terá uma overdose de karts no mês de novembro. Além do Skusa, o alemão disputará o Desafio das Estrelas, organizado por Felipe Massa. O evento será realizado entre os dias 27 e 29 de novembro em Florianópolis.

Além deles e dos americanos, que devem formar a maior parte dos inscritos para a competição, kartistas europeus são esperados para o evento. Os principais nomes que deverão disputar o Skusa são Jonathan Thonon, Marco Ardigò e Gary Catt, maiores destaques do continente.

Fonte: Globoesporte

Grêmio oficializa saída de Autuori

Foi oficializado aquilo que já era certo: Paulo Autuori não é mais técnico do Grêmio. A diretoria já dava, na terça-feira, todas as mostras de que não contava mais com o treinador, seduzido por proposta do Al-Rayyan, do Qatar, de quase R$ 18 milhões por dois anos de contrato. O treinador ficou um semestre no Olímpico, com aproveitamento de 46% em 36 partidas (32 pelo Campeonato Brasileiro e quatro na Libertadores).

A saída de Autuori foi oficializada pelo Grêmio em curta nota no site oficial do clube na manhã desta quarta-feira. A página também confirma que Marcelo Rospide assume a equipe interinamente. Ele já comanda o time no sábado, contra o Cruzeiro, no Mineirão.

Paulo Autuori deve conceder entrevista de despedida no Olímpico nesta quarta-feira. O Grêmio já parte em busca de um substituto. O favorito é Silas, do Avaí.


Fonte: Globoesporte

Noruega - A pedra no caminho da seleção brasileira

A Noruega é a única seleção que jamais foi derrotada pelo Brasil. Em quatro jogos, foram duas vitórias dos escandinavos e dois empates. Parece pouco? Então se eu disser que as duas vezes que a Noruega venceu o Brasil foram inesquecíveis? Em 1997, em um amistoso, a Noruega ganhou da seleção brasileira, tetra campeã do mundo em 94, pelo placar de 4 a 2. Em 1998, uma virada histórica, em um jogo de vida ou morte para os noruegueses na Copa do Mundo da França. Placar: Noruega 2x1 Brasil! Este resultado classificou, pela primeira e única vez, a seleção da Noruega para as oitavas de final de uma Copa. Uma partida que entrou para a história! A seleção que se tornou a pedra no caminho dos brasileiros, enfim, era respeitada e temida no mundo da bola.

Jogadores comemoram após a vitória contra o Brasil, pela Copa do Mundo de 1998! Uma virada histórica da Noruega que, pela primeira vez, conseguiu passar de fase em uma Copa.

Biografia de Maurice Greene





Maurice Greene, nascido a 23 de Julho de 1974, em Kansas City (EUA), foi um dos maiores velocistas norte-americanos de todos os tempos e um dos melhores de sempre da História do Atletismo Mundial.
Maurice Greene dominou a prova de 100 metros nos últimos anos do século XX, tendo, durante esse período, vencido todas as principais competições no hectómetro, do qual chegou a ser detentor do recorde do mundo, tendo alcançado, ainda, cerca de uma dezena de marcas abaixo dos 9,90 segundos.
Treinado por John Smith, ex-velocista norte-americano da década de 60, Maurice Greene atingiu uma elevada performance física e técnica que lhe possibilitou a obtenção de grandes marcas em pista, tendo ficado, inclusivamente, conhecido como "O Fenómeno" ou ainda "A Bala de Canhão de Kansas".
Com efeito, Maurice Greene é, ainda hoje, o detentor do recorde do mundo dos 60 metros em pista coberta (6,39 segundos), alcançado em Madrid, em 1998. Além disso, foi recordista mundial dos 100 metros, com a marca de 9,79 segundos, obtida em Atenas, em 1999. Nesta última distância, o atleta norte-americano conseguiu retirar 5 centésimos de segundo ao anterior máximo mundial que era pertença do canadiano Donovan Bailey (9,84 segundos). A marca de 9,79 segundos manteve-se como recorde do mundo do hectómetro até 2005, ano em que o jamaicano Asafa Powell cobriu os 100 metros em 9,77 segundos, antes de retirar mais 3 centésimos de segundo em 2007, fazendo 9,74 segundos.
Durante a 2ª metade da década de 90, Maurice Greene foi ganhando tudo o que havia para ganhar, patenteando no hectómetro uma supremacia sem igual. Nesse período, conquistou 3 medalhas de ouro consecutivas na prova de 100 metros dos Campeonatos do Mundo de Atletismo, em 1997 (Atenas), em 1999 (Sevilha) e em 2001 (Edmonton). Nos "Mundiais" de 1999, Greene arrecadou ainda mais duas medalhas de ouro, na prova de 200 metros e na estafeta de 4x100 metros, fazendo o "trio dourado".
Contudo, o grande momento do atleta norte-americano ainda estava para chegar. Na verdade, a confirmação e a consagração de Maurice Greene, como "Rei" do hectómetro, ocorreu nos Jogos Olímpicos de Sydney (Austrália), em 2000, quando conquistou 2 títulos olímpicos, na prova de 100 metros e na estafeta de 4x100 metros. Na edição seguinte dos Jogos, realizados em Atenas, em 2004, Maurice Greene voltou a conquistar uma medalha olímpica na prova de 100 metros, porém, desta vez, teve de se contentar com a medalha de bronze, ficando atrás do seu compatriota Justin Gatlin (campeão olímpico) e do português Francis Obikwelu (medalha de prata).
Maurice Greene abandonou o atletismo no começo de 2008, então com 33 anos, devido a uma série de lesões que teimavam em não o largar, as quais começaram a ser recorrentes, sobretudo, após os Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Chegava, assim, ao fim uma brilhante carreira de um autêntico "fenómeno" da velocidade, que marcou uma época no panorama do atletismo mundial, ficando para a história, como um dos corredores mais rápidos de sempre dos 100 metros, em cuja distância foi, para além de recordista mundial, 3 vezes campeão do mundo, uma vez campeão olímpico, e ainda medalha de bronze.

Biografia de Michael Gross

Michael Gross, nascido a 17 de Junho de 1964, em Frankfurt, na Alemanha, foi um dos maiores nadadores alemães de todos os tempos e um dos melhores especialistas mundiais de sempre do estilo mariposa.
Michael Gross, então com 20 anos, destacou-se nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, ao conquistar 4 medalhas olímpicas, duas de ouro e duas de prata, tendo sido o único nadador europeu a contestar a tradicional supremacia norte-americana nesta modalidade.
Michael Gross ficou conhecido para a posteridade como "O Albatroz", devido ao nariz original e, sobretudo, aos seus enormes braços, os quais faziam lembrar as grandes asas de um Albatroz! Na verdade, Gross era, de certa forma, um "fenómeno da natureza" e um nadador superdotado, pois, para além das características atrás referidas, media 2 metros e pesava 80 kg, fazendo "uma piscina" em apenas 17 braçadas.
Contudo, apesar das suas grandes capacidades físico-atléticas e da qualidade técnica que possuía, Gross não era aquilo a que se pode chamar um "fanático" do trabalho ou um "escravo" do treino, já que treinava apenas uma vez por dia, sempre ao fim da manhã e cerca de metade do tempo dos seus adversários. Aliás, o nadador alemão afirmava, repetidas vezes, que a natação não era a coisa mais importante da sua vida e que nadava, sobretudo, pelo prazer e divertimento que isso lhe dava, tal como, por exemplo, o xadrez, que era para ele igualmente um hobby.
Com efeito, Gross foi sempre um atleta original e diferente dos demais em vários aspectos, pois, para além de se dedicar pouco aos treinos e de não gostar de frequentar ginásios de musculação, também nunca recebeu bolsas, nunca representou marcas, nunca quis frequentar universidades norte-americanas e sempre detestou os actos sociais, primando pela ausência em cerimónias organizadas em sua honra ou para as quais era convidado.
Nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, Michael Gross conquistou 2 títulos olímpicos e bateu outros tantos recordes do mundo: na prova de 100 metros mariposa, com o tempo de 53,08 segundos e na de 200 metros livres, com a marca de 1.47,44 minutos. O nadador alemão alcançou, ainda, mais duas medalhas, ambas de prata, a 1ª na prova de 200 metros mariposa, de facto, a sua grande especialidade, e a 2ª na estafeta de 4x200 metros livres.
A conquista da medalha de prata nos 200 metros mariposa acabou por ser uma pequena consolação para o nadador alemão, já que Gross era o favorito à vitória nesta prova, até porque era o recordista do mundo desta disciplina.
No entanto, na edição seguinte dos Jogos Olímpicos de 1988, realizados em Seul, foi feita justiça e "O Albatroz" conseguiu alcançar a medalha de ouro que lhe tinha escapado 4 anos antes, nos Jogos de Los Angeles. Com efeito, nos Jogos de Seul, Gross conquistou a tão desejada medalha de ouro na prova de 200 metros mariposa, com o tempo de 1.56,94 minutos, tendo alcançado, ainda, a medalha de bronze na estafeta de 4x200 metros livres.
Nas suas duas participações em Jogos Olímpicos, Michael Gross conquistou, assim, um total de 6 medalhas olímpicas, das quais 3 de ouro, ficando, justamente, na História da natação olímpica, como um dos seus melhores nadadores de sempre.

Biografia de Ruud Gullit


Ruud Gullit, nascido a 1 de Setembro de 1962, em Amesterdão, foi um dos maiores futebolistas holandeses de todos os tempos e um dos melhores jogadores do Mundo da 2ª metade da década de 80 e início da década de 90 do século XX.Apesar de ter nascido em Amesterdão, não foi nas escolas de formação do Ajax que Gullit se fez jogador, ao contrário do que sucedeu com muitos dos grandes jogadores holandeses das décadas de 60, 70 e 80.Com efeito, antes de se transferir para o estrangeiro e, concretamente, para Itália, Gullit alinhou, na Holanda, pelos rivais de Roterdão e de Eindhoven, respectivamente, Feyenoord e PSV, ao serviço dos quais se sagrou campeão holandês, atingindo aí o estrelato que lhe permitiu, entre outras coisas, conquistar uma posição de destaque e um estatuto de liderança na selecção "laranja".

Ao serviço da Selecção da Holanda, Ruud Gullit esteve presente em duas edições do Campeonato da Europa (em 1988, na Alemanha e em 1992, na Suécia) e numa edição do Campeonato do Mundo (em 1990, na Itália), tendo atingido a consagração máxima, com a camisola "laranja", ao erguer, como capitão, o troféu correspondente ao título europeu de futebol de 1988, conquistado na Alemanha, após vitória, por 2-0, no jogo decisivo diante da URSS, tendo Gullit sido o autor do 1º golo dessa final.

Gullit e a geração da 2ª metade da década de 80 (Rijkaard, os irmãos Koeman, Ronald e Erwin, Van Basten, Vanenburg, Wouters, etc.) contribuiram para o "ressuscitar" da "laranja mecânica" da década de 70 (Cruyff, Neeskens, Krol, Rep, Resenbrink, etc.) ou não fosse Rinus Michels o "pai" comum, o mentor, o "arquitecto" e o treinador-seleccionador destas duas extraordinárias gerações de jogadores.
>Ao fim de 12 anos (1981-1993) em representação da Holanda, ao serviço da qual disputou 66 jogos e marcou 17 golos, Gullit abandona a selecção, incompatibilizado com o seleccionador de então, Dick Advocaat, não chegando a integrar o lote de seleccionados para o Campeonato do Mundo de 1994, realizado nos EUA.
Ruud Gullit começou a carreira de futebolista no modesto Haarlem, em 1979, de onde se transferiu, em 1982, com apenas 19 anos, para o Feyenoord, clube pelo qual conquistou a "dobradinha" (Campeonato e Taça da Holanda), em 1984. No ano seguinte, Gullit saiu para o PSV Eindhoven, ao serviço do qual, actuando em posições mais adiantadas do terreno, adquiriu notoriedade e projecção futebolísticas. Pelo PSV, sagrou-se bicampeão holandês em 2 épocas consecutivas (1985/86 e 1986/87).
Na Holanda, Gullit efectuou um total de 208 jogos na 1ª Divisão, marcando 94 golos, a que devem somar-se, ainda, 36 jogos e 14 golos no escalão secundário, ao serviço do Haarlem. Na Taça, o saldo fica-se por 8 jogos efectuados e 1 golo apontado.

Após duas épocas espectaculares ao serviço do PSV Eindhoven, onde Gullit evidenciou todas as suas enormes qualidades técnicas e físicas, ingressa, em 1987, no calcio, transferindo-se para o "colosso" AC Milan, ao serviço do qual ganhou tudo o que havia para ganhar. A transferência protagonizada por Gullit, em 1987, foi, à data, a mais cara transferência da história do futebol.
Em Itália, Gullit estreia-se na 1ª Divisão, a 13 de Setembro de 1987, no jogo Pisa-Ac Milan, com vitória do clube de Milão, por 3-1. Ao serviço do poderoso clube de Milão, e juntamente com os compatriotas, Frank Rijkaard e Marco Van Basten (o famoso "trio de ouro holandês"), Gullit conquista 3 scudettos (campeonato italiano, em 1988, 1992 e 1993), duas Supertaças de Itália, duas Taças dos Campeões Europeus consecutivas (em 1989, frente ao Steaua de Bucareste, vitória por 4-0, com 2 golos de Gullit; em 1990, frente ao Benfica, vitória por 1-0), duas Taças Intercontinentais e duas Supertaças Europeias (ambas em 1989 e 1990).A segunda metade da década de 80 foi, de facto, a época áurea de Ruud Gullit, período de tempo no qual o jogador holandês conquistou os maiores êxitos da sua carreira e onde atingiu o apogeu das suas capacidades futebolísticas, demonstrando, em campo, uma combinação perfeita entre técnica e força ao serviço do colectivo. Em 1987, Gullit conquista a "Bola de Ouro" (Futre fica em 2º lugar), troféu destinado ao melhor jogador europeu, tendo sido, ainda, eleito pela FIFA, nesse mesmo ano, o melhor jogador do Mundo, cuja vitória iria repetir em 1989.

Nos primeiros anos da década de 90, Gullit debate-se com algumas lesões que lhe provocam sucessivos problemas físicos e abaixamentos de forma. Após 6 épocas (1987-1993) ao serviço do AC Milan, Gullit transfere-se, em 1993, para a Sampdoria, onde permanece durante duas temporadas, vencendo a Taça de Itália, em 1994.

Em Itália, Gullit realizou um total de 178 jogos no campeonato (125 pelo AC Milan e 53 pela Sampdoria) e marcou 59 golos (35 pelo AC Milan e 24 pela Sampdoria); na Taça efectuou 33 partidas (23 pelo AC Milan e 10 pela Sampdoria) e apontou 8 golos (6 pelo AC Milan e 2 pela Sampdoria).Em 1995, Gullit ingressa no futebol inglês, transferindo-se para o Chelsea e sendo eleito, logo na 1ª época, o 2º melhor jogador do campeonato. Na época seguinte (1996/97) acumula as funções de jogador e técnico do clube londrino. Foi já na dupla condição de jogador-treinador que Gullit conquistou a Taça de Inglaterra, em 1997, tornando-se no 1º treinador estrangeiro (não britânico) a conquistar tal proeza.Embora já não fosse o seu treinador (despedido pouco tempo antes da final) quando o Chelsea conquistou a Taça das Taças, em 1998, Gullit foi o principal responsável pela chegada do clube de Londres à final da competição. Após deixar o Chelsea, em 1988, Gullit passou a orientar o Newcastle, mas o mau início de época acrescido aos problemas de relacionamento, nomeadamente com a estrela da equipa, o carismático avançado Alan Shearer, precipitaram a sua saída do clube em 1999. Gullit abandonou então a Inglaterra, regressando à Holanda e "exilando-se" em Amesterdão, junto da família. Pouco tempo depois, ainda chegou a orientar a selecção holandesa de sub-21.
Para além de tudo aquilo que Ruud Gullit foi como futebolista, daquilo que ele representou para o futebol e das vitórias, títulos e êxitos que alcançou, outra imagem de marca perdurará para sempre entre os amantes do "desporto-rei": as longas tranças no seu cabelo fazendo lembrar um cantor de música reaggae, "O Bob Marley do futebol"!

CBF suspende Simon e Nielson

A CBF anunciou nesta segunda-feira que os árbitros Carlos Eugênio Simon e Nielson Dias não apitam mais jogos do Brasileiro 2009 Séries A e B.

Simon protagonizou o maior erro do campeonato na última rodada no Maracanã, quando invalidou um gol de Obina que seria o primeiro do Palmeiras contra o Fluminense. Na confusa partida entre Santos x São Paulo na Vila Belmiro recebeu críticas de ambos os lados ao expulsar o goleiro são-paulino Rogério Ceni e acrescer poucos minutos ao fim da segunda etapa.

Já Nielson, apitou muito mal a partida que confirmou o acesso do Vasco da Gama à Série A 2010. No jogo entre Vasco 2x1 Juventude no Maracanã, no último sábado Nielson validou o primeiro gol vascaíno, lance em que houve toque de mão no momento da assistência para o gol. Além desse lance, Nielson favoreceu a equipe vascaína durante toda a partida e facilitou a festa alvinegra. Não que isso fosse necessário, já que o Vasco é dono de uma campanha invejável e mais cedo ou mais tarde iria garantir o acesso à Série A.

Nielson ainda apitou a partida entre Flamengo 1x0 Santos. Onde marcou dois pênaltis duvidosos a favor da equipe santista, e ainda foi alvo de reclamações por parte dos alvinegros porque segundo eles o goleiro do Flamengo Bruno se adiantou ao fazer a defesa. Então errou duplamente, em dois lances.




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